Sigo com minha dose de esperança! Otimismo não significa imprudência
A definição diz que otimismo é a ‘disposição para encarar as coisas pelo seu lado positivo e esperar sempre por um desfecho favorável, mesmo em situações muito difíceis’/ Foto: Divulgação
Prefeitura de Suzano

‘Otimista’ é um adjetivo que frequentemente recebo com muita alegria. A definição diz que otimismo é a ‘disposição para encarar as coisas pelo seu lado positivo e esperar sempre por um desfecho favorável, mesmo em situações muito difíceis’.

Diante das atuais circunstâncias, é assim que me sinto: com muita disposição para enfrentar tudo. Essa é a fé que me move!

O cenário de pandemia que se estabeleceu entre nós há quase seis meses, sem dúvidas, trouxe uma onda de negatividade e tristeza sentida por todos- em maior ou menor escala, dependendo do ponto de vista e experiência de cada um.

Desde o início, reforço a gravidade da situação e o quanto devemos manter a atenção para não negligenciar as recomendações e poupar VIDAS. Ser otimista não é sinônimo de irresponsabilidade.

Fato é que, quando nos deparamos diante de uma situação com ainda tão poucas respostas, invariavelmente, vem a sensação de desamparo e incertezas.

Por isso, manter a cabeça arejada e focada na positividade, naquilo que realmente importa, pode ser o remédio para sair verdadeiramente renovado desta tempestade.

Muito se fala sobre as mudanças futuras que a pandemia irá nos propor, não apenas em relação ao trabalho ou à convivência social, mas sobre a nova trajetória da humanidade após a crise.

Testemunhamos uma reação em cadeia, sendo um dos maiores desafios globais (talvez o maior) desta geração.

Contudo, essa transformação depende de nós. Minha expectativa é de que essa experiência faça alvorecer a consciência de coletividade.

Somente a solidariedade, a empatia e a humildade serão capazes de nos proporcionar um mundo melhor.