Jornal Oi questiona o novo governo de Mogi sobre a continuidade do Pequenos Músicos, Primeiros Acordes na Escola. Projeto atendia milhares de crianças
Logo após a manifestação de vários vereadores sobre a continuidade do projeto, o Jornal Oi questionou o novo governo mogiano sobre o tema/ Foto: Divulgação
Tenda Atacado

Na semana passada os vereadores de Mogi das Cruzes pediram/cobraram do governo do prefeito Caio Cunha (Pode) a retomada do Projeto Pequenos Músicos, Primeiros Acordes na Escola.

Logo após a manifestação de vários vereadores sobre o assunto o Jornal Oi questionou o  novo governo mogiano sobre o tema.

Veja as perguntas do Oi e os esclarecimentos da gestão de Caio Cunha.

Jornal Oi – Quais são as adequações contratuais que o novo governo de Mogi pretende fazer no  Projeto Pequenos Músicos, Primeiros Acordes na Escola?

Jornal Oi – Quais os motivos e efeitos dessas adequações?

Jornal Oi – Qual é prazo limite para que essas adequações sejam definidas e colocadas em prática?

Jornal Oi – Qual é a data limite do novo governo para renovar o contrato e colocar o projeto para funcionar novamente?

Jornal Oi – Existe previsão para ampliar (de alguma forma) o projeto? Se sim como deverá ser essa ampliação?

Jornal Oi – Qual era o valor do contrato (que expirou em dezembro) desse projeto?

Os esclarecimentos  do novo governo de Mogi 

O projeto “Pequenos Músicos… Primeiros Acordes na Escola” é da Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes e não foi cancelado – enquanto as aulas presenciais não retornam, a administração municipal está avaliando o melhor formato para a volta deste projeto.

A entidade que presta este serviço é a Associação Orquestra Sinfônica, cujo contrato terminou em dezembro do ano passado.

A atual gestão municipal assumiu e houve um pedido de renovação de contrato para aulas de música presenciais nas escolas municipais.

Contudo, neste momento não há aulas presenciais por enquanto por causa da pandemia.

Assim, a atual gestão solicitou estudos para um novo formato e, com isso, uma readequação na prestação desse serviço.

Desta forma, não houve nesta gestão uma ‘suspensão do contrato’, mas sim um pedido de readequação.

Sobre as readequações solicitadas, é importante destacar que a entidade não apresentou um programa de trabalho para 2021 que leve em consideração o cenário de pandemia; não há um plano de trabalho que defina o formato das aulas durante o período de distanciamento social.

A prefeitura aguarda o quanto antes todas estas definições de como o serviço será prestado neste ano. Somente depois desta etapa será possível estudar a ampliação do serviço.

O valor do contrato terminado em dezembro gira em torno de pouco mais de R$ 4 milhões.