Hospital Santa Maria

O partido Novo surgiu como uma nova onda na política brasileira em 2018, quando a sigla partidária estreou nas eleições gerais, inclusive, com candidatura a majoritária, que foi o caso do ex-presidenciável João Amoedo.

O principal líder do partido não conseguiu esconder a frustação pelos 29 vereadores e um prefeito eleito em 2020, um número bem abaixo das expectativas segundo Amoedo.

Em 2018, João Amoedo surpreendeu e terminou o 1º turno à frente de Marina Silva (Rede), Henrique Meirelles (MDB) e Alvaro Dias (Podemos), que participavam dos debates e já são políticos tradicionais. Neste ano, das 620 candidaturas, o Novo elegeu 29 vereadores e um prefeito, o de Joinville (SC), Adriano Silva.

Fato é, que o partido Novo tem enfrentado uma crise interna de maneira agressiva, quando há dentro da sigla, dois “grupos”, aqueles ligados à ala bolsonarista e aqueles, na qual Amoêdo faz parte, que não compactuam com as ideias do congresso, e tais comportamentos e maneiras de agir, pode de fato ter impactado diretamente nos resultados e desempenhos da legenda.

No Alto Tietê, o partido é inexistente, não há nenhuma cidade da região que registre no TSE o diretório municipal do Novo. Ainda assim, Poá e Mogi tiveram pessoas que ensaiaram a execução do partido, mas ficaram somente no discurso e o projeto não andou.

Enquanto isso, partidos como PL, PSD, DEM e até o “fraco” atualmente PSDB, seguem comandando a política da região, no seu ritmo e no seu modo de agir e fazer política, benéfico ou não para o povo, conseguem sempre a reeleição, com o chamado imperialismo político, pois atualmente não há partidos a altura ou pessoas que realmente defendam bandeiras e ideais acima da legenda.