‘Mercado’ é quem manda; presidente marionete dança conforme a música e o povaréu paga a conta sempre
A resposta do mercado se deve aos temores de que o governo desrespeite o teto de gastos para bancar a implementação do Auxílio Brasil/ Foto: Divulgação
Instituto Nacional de Tecnologia e Saúde

De acordo com diversos sites de informações, o governo federal decidiu adiar a cerimônia que ocorreria na tarde desta terça-feira, 19, no Palácio do Planalto, para confirmar o valor do Auxílio Brasil, programa de transferência de renda que substituirá o Bolsa Família.

Mais cedo, ao Blog do Nolasco, o chefe do Executivo afirmou que a iniciativa terá um valor mínimo de R$ 400 e será paga até o fim do ano que vem.

O motivo do cancelamento foi a forte reação negativa do mercado financeiro à informação confirmada pelo presidente.

O dólar chegou a subir para R$ 5,570 logo na primeira hora após a abertura das negociações, e o principal índice da Bolsa de Valores do país, o Ibovespa, registrou queda de 2,02%.

A resposta do mercado se deve aos temores de que o governo desrespeite o teto de gastos para bancar a implementação do Auxílio Brasil.

Ao anunciar o programa com um valor de pelo menos R$ 400, Bolsonaro não detalhou de onde virão os recursos para viabilizar o benefício, o que abriu margens para a interpretação de que o governo pode burlar a norma que limita o aumento dos gastos federais ao Orçamento do ano anterior corrigido pela inflação.

Antes, a equipe econômica do governo trabalhava com a hipótese de que o valor do Auxílio Brasil fosse de R$ 300.

Para isso, usaria a arrecadação proveniente da tributação de lucros e dividendos. Essa medida está no projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional que altera as normas do Imposto de Renda.

A matéria foi aprovada pela Câmara em setembro, mas não há previsão de quando será analisada pelo Senado.

Com o novo valor anunciado por Bolsonaro, o Ministério da Economia pediu mais tempo para buscar uma alternativa que garanta o Auxílio Brasil em R$ 400, mas que não rompa o que estabelece o teto de gastos.

Sem novidades. O presidente Bolsonaro não manda em nada e por isso fica o tempo inteiro fazendo e falando asneiras para confundir e enrolar a opinião pública e para essa missão nojenta o presidente tem o apoio de grandes setores da imprensa e de outras corporações.

Se o mercado decidir que o valor (eleitoreiro) do auxílio não poderá ser de R$ 400, não será. A conta será sempre paga pelo povaréu que ainda é chamado de esquerdista e comunista.

O presidente sabe que vai fazer papeis ridículos como esses que ele tentou fazer nesta segunda-feira. É para isso que ele está no cargo.

É o bobo da corte que engana e enrola o povo para o ‘mercado’ meter a mão em tudo e acabar com tudo. Aqui era o Brasil.