Governo de Suzano promove projeto de acolhimento aos servidores dos cemitérios municipais
Rodas de conversa têm como objetivo prestar apoio e cuidado aos profissionais do setor/ Foto: Wanderley Costa/Secop Suzano
Prefeitura de Suzano

A Secretaria de Administração de Suzano, por meio do Núcleo de Acompanhamento aos Servidores (NAS), iniciou nessa quinta-feira, 22, um novo projeto voltado para acolher os servidores que atuam nos cemitérios municipais.

A iniciativa, realizada no Viveiro Municipal Tome Uemura, deve contemplar 45 pessoas e tem como objetivo prestar auxílio aos agentes do setor, um dos mais impactados psicologicamente pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Divididos em duas equipes, os 27 trabalhadores do Cemitério São Sebastião, no centro, e os 18 do Cemitério São João Batista, na região do Raffo, participaram na manhã desta quinta-feira de uma roda de conversa, do projeto “Trocando Ideias”.

O outro grupo participará no dia 29 de julho. A expectativa é que o serviço tenha periodicidade mensal, de acordo com as demandas e a disponibilidade dos participantes.

Segundo a titular da pasta, Cíntia Renata Lira, o projeto promove rodas de conversa para acolher e ouvir os profissionais.

“A medida faz parte de ações de prevenção e informação desenvolvidas pelo núcleo, visando promover melhores condições aos servidores públicos com um espaço aberto para escuta, compartilhamento de ideias e sentimentos entre eles, mediados pelo NAS”, disse.

Cíntia explicou ainda que as rodas de conversa promovem um espaço extremamente importante e receptivo para os profissionais dos cemitérios.

Segundo ela, as medidas ainda auxiliarão na prevenção de problemas psicológicos, que podem vir a acontecer devido ao estresse e da natureza de suas vivências profissionais.

“A administração municipal está ciente de como este período tem afetado os servidores, nos sensibilizamos com todos e temos trabalhado para fortalecer os acolhimentos realizados pelo NAS. Nosso objetivo é fornecer todo o suporte necessário aos trabalhadores do serviço funerário, que são indispensáveis para a organização de nossa cidade e, infelizmente, têm vivenciado um dos piores lados desta luta contra a Covid-19”, concluiu.