Governo de SP anuncia dose adicional contra Covid-19 para profissionais de saúde a partir do dia 4
De acordo com o governo do Estado, a dose extra será disponibilizada aos profissionais que tomaram a segunda dose da vacina há pelo menos seis meses, ou seja, entre os meses de fevereiro e março/ Foto: Governo do Estado de SP
Tenda Atacado

O governador João Doria anunciou nesta quarta-feira, 29, a aplicação da dose adicional contra Covid-19 para todos os profissionais de saúde de São Paulo a partir da próxima segunda-feira, 4.

Cerca de 1 milhão de trabalhadores de serviços públicos e privados de saúde, como hospitais, clínicas e ambulatórios, poderão receber este reforço na sua imunização.

A dose extra será disponibilizada aos profissionais que tomaram a segunda dose da vacina há pelo menos seis meses, ou seja, entre os meses de fevereiro e março.

“Nós vamos iniciar a aplicação da terceira dose da vacina contra a Covid-19 em São Paulo nos profissionais de saúde, médicos, enfermeiros e nos que trabalham com a saúde aqui no estado de São Paulo. A imunização para esse público começará na segunda-feira, dia 4 de outubro, para reforçar ainda mais a imunidade de quem está na linha de frente no combate à pandemia”, disse Doria.

Esta estratégia para incrementar a proteção das pessoas vacinadas foi iniciada no dia 6 de abril, com a priorização de 1 milhão de idosos e adultos imunossuprimidos.

O calendário deste público foi programado com escalonamento das faixas etárias, começando pelos mais velhos.

Os grupos acima de 80 anos e imunossuprimidos já entraram na estratégia em semanas anteriores e, desde segunda-feira, 27, a oferta das doses está em curso para pessoas de 70 a 79 anos. Os que têm entre 60 e 69 anos serão contemplados entre os dias 4 e 10 de outubro.

As doses adicionais são aplicadas com base nos intervalos de tempo mínimos após a segunda dose ou conclusão do esquema vacinal – de pelo menos seis meses para quem tem 60 anos ou mais, e ao menos 28 dias para os adultos com imunossupressão.

Todos os imunizantes disponíveis na rede pública de saúde são seguros, eficazes e podem ser utilizados nesta iniciativa.