Novo governo confirma o fechamento de quatro escolas em Poá. Conheça os argumentos da gestão Marcia Bin para essas decisões
Confira nas respostas da prefeitura os argumentos do novo governo para essa decisão que não deixa de ser polêmica/ Foto: Divulgação
Prefeitura de Guararema

Na noite de segunda-feira o Jornal Oi recebeu a informação de que o novo governo de Poá  (comandado pela prefeita Marcia Bin e o vice-prefeito Geraldo Oliveira) tomou a decisão de fechar várias escolas municipais.

Na terça-feira, 23, pela manhã o Jornal Oi questionou a prefeitura de Poá sobre o assunto, sendo que a assessoria do governo confirmou o fechamento das unidades escolares.

Confira nas respostas da prefeitura os argumentos do novo governo para essa decisão que não deixa de ser polêmica, uma vez que o ex-prefeito Testinha (que bancou a eleição da nova prefeita em Poá) ficou conhecido por construir grandes escolas em vez de fechá-las.

Jornal Oi – Nessa segunda-feira o Jornal Oi foi informado sobre o fechamento de 4 ou 5 escolas municipais. Efetivamente o que aconteceu ou irá acontecer na Educação de Poá?

Jornal Oi – Quais escolas foram ou serão fechadas e por quais motivos e as consequências desse fechamento?

Jornal Oi – O novo governo assumiu a prefeitura com quantas escolas municipais ativas na cidade?

Governo de Poá: De acordo com o Decreto Municipal nº 7.757/21 de 19 de fevereiro 2021, houve a extinção de quatro unidades escolares de Poá: Creche Municipal Professora Carmem Silvia Marques Santos, Creche Municipal Estudante Caroline Gonzales de Freitas, EMEB Integral Abrigo Batuíra e EMEB Izolina Ribeiro Pereira.

Segundo a Secretaria Municipal de Educação, a decisão foi tomada por dois motivos:  um deles é a economia nos cofres públicos de R$ 553 mil por ano, fora as despesas mensais para se manter o local em funcionamento, visto que os prédios das quatro escolas que foram extintas eram locados e não próprios.

Duas delas, as creches Caroline Gonzales de Freitas (15 alunos) e Carmem Silvia Marques Santos (45 alunos), possuíam uma demanda reduzida de alunos e não justificava a permanência da escola, principalmente com a suspensão das aulas presenciais, em razão da Covid-19.

Por isso, a Secretaria Municipal de Educação achou por bem esta reorganização, já que havia salas disponíveis em outras unidades escolares que abrigaria muito bem estes estudantes, bem como todos os funcionários e educadores.

O outro motivo é que os prédios da EMEB Integral Abrigo Batuíra e a EMEB Izolina Ribeiro Pereira estavam em condições precárias em suas estruturas e oferecia riscos aos alunos e servidores. Estes prédios também eram alugados.

Vale ressaltar que não houve prejuízos a nenhum aluno, pois todas as vagas foram mantidas.

Todos os estudantes matriculados nestas escolas fechadas já foram realocados em outras unidades escolares, que possuíam salas de aula sem uso. Nenhum estudante ficou sem vaga e as escolhas dos locais foram feitas em conjunto com os pais.