Instituto Nacional de Tecnologia e Saúde

O presidente Michel Temer anunciou nesta quarta-feira em Davos um “novo Brasil”, e comemorou as reformas econômicas, assegurando que continuará a lutar contra a corrupção, embora ele e alguns de seus ministros sejam acusados de desvio de fundos públicos.

Há um combate árduo, pesado contra a corrupção no país (…) Mas, no Brasil as instituições estão trabalhando, temos uma absoluta separação de poderes”, garantiu Temer no Fórum Econômico Mundial (WEF).

O discurso de Temer em Davos, diante de um seleto grupo de líderes políticos e econômicos, coincide com um tenso momento político para o Brasil, quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula foi condenado em 2ª instância.

 

Jornada histórica

Mas em seu discurso, Temer, de 77 anos, fez uma defesa firme das reformas empreendidas por seu governo, que ele descreveu como uma “jornada histórica”. Desde a sua chegada ao poder após o impeachment de Dilma Rousseff em 2016, seu governo realizou um severo ajuste fiscal para reordenar as contas públicas.

O resultado tem sido uma decolagem econômica, acompanhada por um controle da inflação, o que levou esta semana o FMI aumentar suas expectativas de crescimento para 2018 de 1,5% para 1,9%.

Temer também se referiu à abertura econômica que quer encarcerar seu governo e, em particular, ao acordo comercial em negociação entre os países da União Europeia e o Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai).

 


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