Consórcio do Grande ABC define retorno presencial das aulas em fevereiro e deixa o Condemat sob pressão
A decisão foi tomada com base no cronograma de vacinação contra a Covid-19. O retorno das aulas deve seguir todos os protocolos sanitários e de segurança definidos pelo governo de São Paulo, incluindo rodízio de alunos e distanciamento social/ Foto: Divulgação
Tenda Atacado

Uma Assembleia entre os prefeitos das sete cidades do Grande ABC paulista determinou nesta quarta-feira, 13, a retomada de aulas presenciais na região para o dia 18 de fevereiro na rede privada e 1º de março na rede pública.

A decisão do Consórcio Intermunicipal Grande ABC (que em algumas situações é considerado referência para o Condemat) foi tomada após consenso entre os administradores municipais.

Participaram da reunião os prefeitos Paulo Serra (Santo André), Orlando Morando (São Bernardo do Campo), Tite Campanella (São Caetano do Sul), José de Filippi Júnior (Diadema).

O Consórcio também optou, de acordo com informações do site UOL, por manter, nas sete cidades, a gratuidade nos transportes públicos para idosos entre 60 e 64 anos.

O governo do Estado e a Capital de SP decidiram acabar com a gratuidade para pessoas com idades entre 60 e 65 anos e o TJ decidiu favoravelmente a decisão do governo de SP nesta semana.

A decisão foi tomada com base no cronograma de vacinação contra a Covid-19. O retorno das aulas deve seguir todos os protocolos sanitários e de segurança definidos pelo governo de São Paulo, incluindo rodízio de alunos e distanciamento social.

“A principal deliberação dos prefeitos da região sobre a volta às aulas considera o início da vacinação contra a Covid-19. O Grande ABC está totalmente preparado para receber as doses e iniciar a aplicação da vacina. As cidades estão somente aguardando definição por parte dos governos estadual e federal para começar o processo”, afirmou o prefeito de Santo André e presidente do Consórcio ABC, Paulo Serra.

Caso ocorra atraso para o início da vacinação ou alguma alteração nos protocolos do governo estadual, os prefeitos devem se reunir novamente para deliberar se a volta presencial às escolas será mantida.

A decisão dos prefeitos que integram o Consórcio do Grande ABC poderá (ou não) ser usada como exemplo pelo Condemat que, por outro lado, sofrerá uma certa pressão caso não adote as (boas) iniciativas anunciadas pelo Consórcio do ABC que é apontado com referência pelos gestores do Condemat.