07 de março de 2021
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Bras Santos

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Bras Santos jornalista e editor-chefe do Jornal Oi Diário. Pós-graduado em Gestão Estratégica de Comunicação. Neste ano completa 20 anos de carreira, com passagens em todos os grandes jornais do Alto Tietê

Estado deve liberar R$ 14,7 milhões para leitos de UTI na região. Por que não liberou antes para evitar a pandemia de prejuízos da fase vermelha?

Estado deve liberar R$ 14,7 milhões para leitos de UTI na região. Por que não liberou antes para evitar a pandemia de prejuízos da fase vermelha?
O anúncio foi feito durante audiência do Condemat com o secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi que contou com as participações do presidente do Consórcio, Rodrigo Ashiuchi e outros prefeitos da região/ Foto: Divulgação

O Conselho de Prefeitos do Condemat – Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê informou nesta sexta-feira, 5, ter conseguido o aporte de R$ 14,7 milhões do Governo do Estado para custeio parcial de unidades de UTI e enfermaria para Covid.

O valor será repassado fundo a fundo para os municípios implantarem novos leitos nas unidades municipais ou para a contratação de leitos junto à iniciativa privada.

Além disso, há previsão de abertura de mais 70 leitos nos hospitais de gestão estadual da região, sendo 40 de enfermaria e 30 de UTI, nos hospitais Santa Marcelina, de Itaquaquecetuba; Dr. Arnaldo Pezzuti, em Mogi das Cruzes e Hospital das Clínicas, em Suzano.

O anúncio foi feito durante audiência do Condemat com o secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi que contou com as participações do presidente do Consórcio, Rodrigo Ashiuchi e outros prefeitos da região.

Com o repasse, o consórcio espera abrir em curto prazo cerca de 80 leitos de UTI e 120 leitos de enfermaria que serão divididos entre os municípios de acordo com estudo de demanda e capacidade.

Inicialmente os leitos serão alocados em Arujá, Biritiba Mirim, Itaquaquecetuba, Guararema, Guarulhos, Mogi das Cruzes, Poá, Santa Isabel e Suzano, que têm capacidade para abertura dos leitos nas unidades municipais e privadas.

A informação sobre o aporte de recursos aos municípios do Alto Tietê foi transmitida pela direção do Condemat na tarde desta sexta-feira, sendo que dentro de poucas horas (madrugada de sábado, 6) todo o Estado entraria na fase vermelha do Plano SP.

De acordo com informações do governo de SP, nesta sexta, cerca de 77% dos leitos para pacientes com Covid estavam ocupados no Estado. Olhem, só!

E se o dinheiro liberado nesta sexta tivesse sido liberado há duas semanas (quando já se sabia do aumento dos casos) qual seria o índice de ocupação de leitos de Covid no Alto Tietê? 60%,  65%,  70%.

E com esse percentual de ocupação seria necessário jogar a região para o inferno da fase vermelha que deverá gerar uma nova pandemia de desemprego? Com a palavra os ‘gestores’ do governo do Estado e das prefeituras.

Prefeito não hesitou em colocar Mogi na fase vermelha. Caio Cunha acertou ao ‘pecar por excesso’ e evitou o caos na maior cidade da região

Prefeito não hesitou em colocar Mogi na fase vermelha. Caio Cunha acertou ao ‘pecar por excesso’ e evitou o caos na maior cidade da região
A iniciativa e coragem do jovem prefeito mogiano merecem destaque e reconhecimento/ Foto: Reprodução

“SP: Familiares dormem em carros enquanto pacientes esperam por UTI em Mogi”. 

O título dessa reportagem sobre a busca por leitos de UTI na maior cidade do Alto Tietê foi destaque no site do UOL nesta quinta-feira, 4 e atesta que o prefeito Caio Cunha (Pode) acertou ao ‘pecar por excesso’ quando tomou a decisão na terça-feira de colocar Mogi das Cruzes na fase vermelha do Plano SP.

A reportagem do UOL em questão relata o drama de familiares de pacientes com Covid a espera de um leito de UTI na cidade cujos serviços públicos de saúde podem ser considerados como referência na Grande São Paulo e a prova disso é que entre os personagens entrevistados para a reportagem do UOL tinha um morador da Zona Leste de São Paulo.

CLIQUE AQUI E CONFIRA A MATÉRIA DO UOL NA ÍNTEGRA 

Mas o fato é que até o novo prefeito mogiano decidir por ‘fechar tudo’ era difícil de avaliar e principalmente de se aceitar que uma medida tão drástica pudesse ser necessária em Mogi, exatamente  porque a cidade tem uma estrutura de 1º mundo (na comparação com as demais cidades da região) quando o assunto são equipamentos e profissionais a disposição dos mogianos e também à pacientes de cidades vizinhas.

Em um primeiro momento chegou-se a avaliar que o novo prefeito tinha (ao colocar Mogi na fase vermelha sem qualquer orientação ou determinação do governo de SP) revelado um preocupante e surpreendente lado autoritário com pitadas de despreparo e desespero.

Sem fugir de suas responsabilidades, nesta quarta-feira, o prefeito mogiano convocou uma entrevista coletiva para explicar em detalhes os motivos que o levaram a tomar a decisão, que, obviamente desagradou a muita gente e provocou diversos questionamentos.

Mas contra os fatos não existem argumentos. Um dia depois de Caio Cunha, colocar Mogi na fase vermelha, o governador João Doria (PSDB) mandou todas as cidades do Estado para essa mesma fase, onde só os serviços considerados essenciais podem funcionar.

Essa decisão do governo estadual deixou evidente que o prefeito de Mogi agiu de forma acertada e não precipitada, como o próprio Jornal Oi chegou a sugerir.

E neste caso a iniciativa e coragem do jovem prefeito mogiano merecem destaque e reconhecimento.

As coisas precisam ficar piores ainda? Governo e Bolsonaro vão mal, mas não o suficiente para nos livrarmos de todo esse caos

As coisas precisam ficar piores ainda? Governo e Bolsonaro vão mal, mas não o suficiente para nos livrarmos de todo esse caos
Não é o caso de sugerir que a pesquisa ou as pesquisas sejam parciais, mas, quem, em sã consciência pode aprovar esse desgoverno e esse presidente aloprado?/ Foto: Divulgação

Pesquisa PoderData realizada nesta semana e publicada originalmente no site Poder 360 indica que as taxas de rejeição ao trabalho de Jair Bolsonaro e ao seu governo seguem em patamar alto, mas sem variações além da margem de erro do levantamento (de 2 pontos percentuais).

A aprovação ao governo federal (“você aprova ou desaprova o governo do presidente Jair Bolsonaro?”) é de 40%. A desaprovação é de 51%. Outros 9% dizem não saber.

Duas semanas antes, no levantamento do PoderData de 15 a 16 de fevereiro, essas proporções eram de 43% (aprovação), 49% (desaprovação) e 8% (não sabe).

Mesmo tendo variado negativamente de 43% para 40% em duas semanas, a aprovação do governo federal deve ser considerada estável.

Também é importante notar que a margem de erro (2 pontos) vale para mais e para menos. Portanto, os 40% atuais podem ser até 42% (no limite máximo) e 38% (no limite mínimo). E os 43% de duas semanas atrás poderiam ser de 41% a 45%.

O PoderData também pediu que os entrevistados respondam se o trabalho de Bolsonaro como presidente é ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo.

No levantamento divulgado nesta 4ª feira, 3, 47% dizem que é ruim ou péssimo; 31%, bom ou ótimo; e 18%, regular.

A avaliação negativa em relação ao desempenho pessoal do presidente está em um patamar elevado –com tendência de alta desde o início de dezembro.

No período em que foi realizada a pesquisa, o Brasil bateu consecutivos recordes e viu a situação da pandemia de covid-19 se agravar, contabilizando mais de 1.200 mortes diárias –considerando a média dos 7 dias anteriores.

Pouco antes, também repercutiu muito na mídia a troca do comando da Petrobras e os aumentos na gasolina e no diesel.

Nada disso, por ora, parece ter influenciado a percepção dos brasileiros sobre Bolsonaro e seu governo.

Diante desses números e dessa conclusão uma pergunta precisa ser feita. O que de ruim ainda falta acontecer para que Bolsonaro e seu governo sejam expelidos?

Não é o caso de sugerir que a pesquisa ou as pesquisas sejam parciais, mas, quem, em sã consciência pode aprovar esse desgoverno e esse presidente aloprado?

Por que a Covid avança no Estado que mais fala em salvar vidas? Estado ‘propõe ação conjunta’ com municípios para enfrentar agravamento da pandemia. Mogi servirá de ‘exemplo’? 

Por que a Covid avança no Estado que mais fala em salvar vidas? Estado ‘propõe ação conjunta’ com municípios para enfrentar agravamento da pandemia. Mogi servirá de ‘exemplo’?
O governador reforçou que a situação atual é alarmante e que Estado e Prefeituras precisam de ações coordenadas para preservar vidas e reduzir a pressão sobre a capacidade hospitalar do SUS e também de hospitais privados/ Foto: Divulgação

O governador João Doria (PSDB) coordenou uma videoconferência com mais de 600 prefeitos na tarde desta terça-feira, 2, para debater novas ações conjuntas de enfrentamento ao coronavírus.

O recrudescimento da pandemia levou o Governo de São Paulo e as Prefeituras a um alinhamento para a eventual aplicação de medidas mais restritivas em todos os 645 municípios do Estado.

“O momento é de união e mobilização diante de uma circunstância gravíssima como essa. As duas piores semanas desde o início da pandemia estão por vir, nós temos que estar preparados. Não podemos estar ausentes, indiferentes, tratarmos isso com frieza ou debaixo de pressões que não sejam exclusivamente pela proteção à vida”, disse Doria.

A reunião online teve a participação de 618 prefeitos e prefeitas, além dos secretários de Estado Marco Vinholi (Desenvolvimento Regional), Jean Gorinchteyn (Saúde) e Patricia Ellen (Desenvolvimento Econômico) e os coordenadores do Centro de Contingência, Paulo Menezes e João Gabbardo.

O governador reforçou que a situação atual é alarmante e que Estado e Prefeituras precisam de ações coordenadas para preservar vidas e reduzir a pressão sobre a capacidade hospitalar do SUS e também de hospitais privados.

“Esta é a prioridade absoluta em SP. Queremos mostrar a todos a situação real e as ações que precisamos tomar agora em conjunto com as Prefeituras”, afirmou Doria.

O presidente da APM (Associação Paulista de Municípios), Fred Guidone, formalizou em carta o apoio “às medidas estruturais de combate à pandemia adotadas pelo Plano SP” e reconheceu o “esforço de Governador e Prefeitos” no enfrentamento da crise sanitária.

A APM também ressaltou a “inércia do Governo Federal em adotar atitudes eficazes e ações eficientes em âmbito nacional”.

O Governo do Estado reforçou aos Prefeitos que São Paulo possui 7.415 pacientes internados em UTIs, número recorde desde o início da pandemia.

“Se não aplicarmos medidas mais restritivas, teremos onze dias até um colapso em nosso sistema de atendimento hospitalar”, disse o secretário da Saúde.

De acordo com as informações acima destacadas (transmitidas pelo governo de SP) não se falou na reabertura de hospitais de campanha, de ações dos cientistas para combater o avanço das variantes da Covid, da compra de leitos de UTI da iniciativa privada e nem da aceleração da campanha da imunização com as vacinas do Butantan. E agora?

O certo seria cobrar testes, leitos e vacinas, tá ok? Secretários estaduais de Saúde querem só ‘ferrar’ o presidente aloprado ou salvar vidas? 

O certo seria cobrar testes, leitos e vacinas, tá ok? Secretários estaduais de Saúde querem só ‘ferrar’ o presidente aloprado ou salvar vidas?
Manifestação em Copacabana em memória brasileiros mortos pela Covid-19 no Brasil/ Foto: ONG Rio de Paz

O Conass (Conselho Nacional dos Secretários de Saúde) divulgou, nesta 2ª feira, 1º, uma carta na qual pede a adoção imediata de um toque de recolher nacional.

O comunicado pede que a medida seja implementada das 20h às 6h e durante os finais de semana em todos os Estados brasileiros.

Os secretários também recomendaram outras ações para reforçar o rigor das medidas de restrição que consideram urgentes para “evitar o iminente colapso nacional das redes pública e privada de saúde”.

Eis as recomendações: proibição de eventos presenciais como shows, congressos, atividades religiosas, esportivas e correlatas em todo território nacional; suspensão das atividades presenciais de todos os níveis da educação do país; fechamento das praias e bares; a adoção de trabalho remoto sempre que possível, tanto no setor público quanto no privado; instituição de barreiras sanitárias nacionais e internacionais, considerados o fechamento dos aeroportos e do transporte interestadual; adoção de medidas para redução da superlotação nos transportes coletivos urbanos; ampliação da testagem e acompanhamento dos testados, com isolamento dos casos suspeitos e monitoramento dos contatos.

Além do reforço no isolamento social, outras ações foram listadas pelo Conass. Entre elas, está o retorno imediato dos pagamentos do auxílio emergencial à população.

Eis a lista: reconhecimento legal do estado de emergência sanitária e viabilização de recursos extraordinários para o SUS, com aporte imediato aos Fundos Estaduais e Municipais de Saúde para garantir a adoção de todas as medidas assistenciais necessárias ao enfrentamento da crise; e por ai vai.

A carta em questão teria sido escrita por secretários de Saúde que praticamente não cobram que a vacinação seja acelerada, não cobram medidas para barrar a transmissão das variantes, não cobram testes em massa e nem cobram mais leitos de UTI.

Tudo o que os secretários pedem faz sentido, mas não faz sentido os especialistas em saúde insistirem no aumento das restrições que prejudicam o povão e até agora se mostraram pouco ou nada resolutivas.

Até parece que a carta quer estressar ainda mais o presidente aloprado Jair Bolsonaro que salvar vidas. Que País é este?

 

Tem político na região enganando o povo. Que feio. Disseram que as prefeituras estavam quebradas em 2020, mas muitas tiveram ‘lucros’ por causa da Covid

Tem político na região enganando o povo. Que feio. Disseram que as prefeituras estavam quebradas em 2020, mas muitas tiveram ‘lucros’ por causa da Covid
Nesta semana o Jornal Oi apurou que ao menos as prefeituras de Mogi das Cruzes, Ferraz e Arujá tiveram lucro em 2020/ Foto: Divulgação

Hoje tem as redes sociais, as informações estão disponíveis para quem quiser, hoje está muito mais difícil de os políticos enganarem a população no que se refere a gestão financeira das prefeituras e demais entes da federação.

Essas três situações são repetidas à exaustão por ‘especialistas’ e também por políticos, mas o fato  concreto é que a situação não é bem assim.

Nesta semana o Jornal Oi apurou que ao menos as prefeituras de Mogi das Cruzes,  Ferraz e Arujá tiveram lucro em 2020.

Isso quer dizer que essas prefeituras arrecadaram até mais do que estava previsto antes de a pandemia começar a destruir (isso lá em março de 2020) a vida de milhares de pessoas e  a economia do Brasil.

Sim, apesar de prefeitos, vereadores, especialistas, setores da imprensa e puxa sacos terem passado todo o ano de 2020 afirmando e reafirmando que as prefeituras  estavam falidas e sem dinheiro para nada em razão dos efeitos da pandemia de Covid-19 os números revelam o contrário.

Várias cidades da região tiveram superávit e não déficit em 2020 apesar da Covid. Muitos poderão achar que o Jornal torceu ou torce para que as prefeituras fiquem (ou tivessem ficado) no vermelho em vez de ter fechado no azul como ocorreu com Ferraz, Mogi e Arujá.

É óbvio que o Jornal Oi deseja e trabalha para o sucesso financeiro das prefeituras, pois dessa forma os governos municipais podem cumprir com as suas promessas de melhorar a vida das pessoas, mas esse é exatamente o ponto.

Não faltou dinheiro em 2020 e mesmo assim na maioria das cidades só se ouviu políticos reclamando da falta de dinheiro e colocando a culpa na Covid.

Prefeitos e políticos em geral que usaram desse expediente (mentir sobre a situação de falência dos governos em 2020) fizeram uma grande sacanagem com povo e não melhoraram a vida das pessoas.

2021 começa com os mesmos argumentos e choramingos de muitos prefeitos e políticos na região.

No começo de 2022 poderemos ficar sabendo mais uma vez que as prefeituras tiveram superávit e não déficit como ocorreu em 2020.

E a pergunta que o Jornal Oi faz agora a polícia terá de fazer daqui um ano. Onde está ou onde foi parar o dinheiro já que a vida das pessoas piorou em vez de melhorar em várias cidades?

 

Deputado fortão e covardão reclama que foi largado pelos ‘parças’. Covardia é a marca registrada de bolsonaristas e direitistas radicais, tá ok 

Deputado fortão e covardão reclama que foi largado pelos ‘parças’. Covardia é a marca registrada de bolsonaristas e direitistas radicais, tá ok
O que o deputado que com um celular na mão era um bicho feroz e agora na cadeia fala fino e até muda de voz estava esperando?/ Foto: Divulgação

Quantos ativistas psicopatas bolsonaristas e de extrema direita já se deram mal nos últimos dois anos pelos mais diversos e asquerosos motivos? Muitos.

Vários como foi o caso do deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) que segue devidamente preso depois de atacar o STF e fazer apologia ao AI-5.

Antes dele, outros direitistas radicais foram presos e se deram mal por conta de atitudes insanas, violentas e pelo ódio que destilam.

E em algum momento o presidente Bolsonaro e outros radicais de direita que estão ocupando o Palácio do Planalto e outros espaços de poder saíram em defesa desses loucos que atacam a tudo a todos para fazer média com um governo medíocre e comandado por um presidente medíocre? Não.

Os loucos fazem suas merdas e depois tem de chorar na cadeia ou sumir para os buracos de onde nunca deveriam ter saído.

A marca dos bolsonaristas e direitistas radicais (com raras e desconhecidas exceções) é a covardia.

‘Companheiro’ ferido é companheiro a ser esquecido. Essa é a situação do deputado fortão e covardão que de dentro da cadeia reclamou de parlamentares da base do governo que na semana passada votaram pela sua prisão e, nessa quarta, pela aprovação da admissibilidade da chamada PEC da Imunidade.

A redação, se já estivesse em vigor, impediria sua prisão, determinada na semana passada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A reclamação é direcionada principalmente a deputados do Centrão, grupo que tem conquistado cada vez mais espaço no Planalto.

Segundo interlocutores que o visitaram na prisão, Silveira, que se sente abandonado, afirmou que foi usado como “boi de piranha” para apaziguar a relação entre Congresso e STF.

Mas o que o deputado que com um celular na mão era um bicho feroz e agora na cadeia fala fino e até muda de voz estava esperando?

Que o presidente e seus filhos, mais outros bolsonaristas radicais saíssem em sua defesa?

Esse deputado só pode estar de brincadeira ou ser muito burro, pois ele sabe muito bem que em termos de fanfarronice e falta de coragem o seu time da ‘direita radical’ ganha de 7 a 1 do time da esquerda ou de qualquer outro time no espectro político e social brasileiro.

 

O novo governo ferrazense pergunta e ele mesmo responde. Tem coisas que só acontecem em Ferraz e tais coisas não são boas para a cidade e nem para o povo 

O novo governo ferrazense pergunta e ele mesmo responde. Tem coisas que só acontecem em Ferraz e tais coisas não são boas para a cidade e nem para o povo
Um integrante da Secretaria de Comunicação da prefeita estaria ‘entrevistando’ secretários municipais e outros integrantes do ‘novo’ governo/ Foto: Divulgação

Já destacamos que alguns prefeitos e prefeitas, talvez, deslumbrados com o início de seus mandatos, estão usando e abusando do direito de fazer lives, de usar redes sociais e de informar o mínimo possível para o povo e a imprensa séria do Alto Tietê o que realmente interessa.

Tais políticos só falam o querem para um publico ‘domesticado’ – geralmente de assessores, seguidores, robôs e pessoas interessadas em arrumar uma boquinha nas prefeituras.

Tais prefeitos (e também deputados) só falam o que querem e quando querem nas redes sociais por ingenuidade ou por malícia e má fé?

Usam essa estratégia para falar a verdade ou mentir? Vamos deixar as respostas para essas questões para os leitores, mas deixamos aqui uma dica: não existe político ingênuo, tá ok?

Mas enquanto observamos até onde vai a cara de pau de certos gestores de redes sociais, eis que, de Ferraz, surge a informação sobre uma inovação ou seria uma aberração?

O jovem jornalista Biel compartilha com esse (quase) veterano jornalista que a Secretaria de Comunicação da prefeitura de Ferraz estaria promovendo em uma rede social algo com o qual tenta fazer a cidade e o mundo acreditar (mesmo sabendo que não é, eis aqui a má fé) ser jornalismo sério.

Um integrante da Secretaria de Comunicação da prefeita estaria ‘entrevistando’ secretários municipais e outros integrantes do ‘novo’ governo.

Algo mais ou menos assim: o assessor levanta a bola e o entrevistado da vez chega cortando, ou melhor, chega atropelando os fatos e enganando o sofrido povo ferrazense que até bem pouco tempo tinha como secretário de Comunicação na prefeitura o incomparável Fernando Fellipe.

Pois nem ele foi capaz de dispensar tratamento tão desrespeitoso à inteligência do povo ferrazense.

Qual será o resultado dessa ‘inovação’?  Quem conhece Ferraz e parte dos personagens envolvidos sabe que isso não vai dar bom, mas não vamos fazer qualquer tipo de julgamento, pois, de repente, Ferraz está inventando a roda e por esse motivo o Jornal Oi concederá ao governo Priscila Gambale o espaço (caso queira) para que, civilizadamente, explique mais esse ‘fenômeno’ de comunicação produzido por um governo de Ferraz.

Lembrando que o último ‘grande especialista em comunicação e gestor’ que marcou época em Ferraz (Fernando Fellipe que nos perdoe) foi Acir Filló.

 

Em vez de soluções povo terá mais problemas. O que o governo de SP vai nos entregar nesta quarta-feira: toque de recolher ou mais vacinas?

Em vez de soluções povo terá mais problemas. O que o governo de SP vai nos entregar nesta quarta-feira: toque de recolher ou mais vacinas?
Na região do Alto Tietê já temos seis cidades sem vacinas para aplicar e o governo do Estado faz de conta que não é com ele quando é questionado sobre quando novas doses serão enviadas para essa região/ Foto: Divulgação

O governador João Doria (PSDB) anunciou nesta terça-feira, 23, em coletiva realizada no Instituto Butantan o início do envio das novas remessas de doses da vacina contra o novo coronavírus ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde.

No total, serão 5,6 milhões de doses no período de 5 de fevereiro a 5 de março, 65% a mais do volume previsto inicialmente.

“O Instituto Butantan hoje lidera a distribuição de vacinas no país. O Brasil vai receber, até 30 de abril, 46 milhões de doses da vacina e, até 30 de agosto, mais 54 milhões de doses da vacina do Butantan. Até 30 de agosto nós teremos entregue 100 milhões de doses da vacina do Butantan”, destacou o governador.

Diante de todos esses números apresentados pelo governador, como é possível, grande parte da população está assustada e revoltada com as ameaças do governo de SP de aumentar ainda mais as restrições as pessoas nesta quarta-feira, dia 24?

Pois é exatamente isso que poderá ocorrer, o governo do Estado em vez de anunciar o envio de mais doses do imunizante para Suzano, Mogi, Itaquá, Araraquara (onde diz-se que a situação é muito grave), poderá apresentar nesta quarta-feira algum tipo de toque de recolher para castigar ainda mais quem precisa trabalhar e não pode viver (?) à mercê dos caprichos dos governantes.

A tal vacina do Butantan não deveria ser usada primeiro nos brasileiros de SP? Na região do Alto Tietê já temos seis cidades sem vacinas para aplicar e o governo do Estado faz de conta que não é com ele quando é questionado sobre quando novas doses serão enviadas para essa região.

O discurso do momento é sobre o agravo da doença causada pelas variantes da Covid. O Estado de SP, o Butantan e seus cientistas não poderiam ter instalado barreiras?

Não poderiam ter rastreado e impedido a chegada das variantes no Estado? O sentimento é de que algo está muito errado na ‘luta’ das autoridades (todas elas) contra a pandemia.

Estão correndo para não chegar, ou melhor, parece claro que quanto mais tempo durar essa pandemia melhor – só para as autoridades.

A questão é que o povo não aguenta mais tanto descaso, desrespeito, doença, cinismo, hipocrisia, mentira, manipulações e mortes. Não aguentamos mais.

É hora de a imprensa séria fazer a diferença no Alto Tietê. Jornalismo de esgoto já começa a vazar e feder em Poá região. Novos governos vão fazer o quê? 

É hora de a imprensa séria fazer a diferença no Alto Tietê. Jornalismo de esgoto já começa a vazar e feder em Poá região. Novos governos vão fazer o quê?
Foi live daqui, live dali, informação parcial e superficial e sorrisos forçados nas redes sociais/ Foto: Divulgação

Em janeiro e também no início deste mês, novos prefeitos e prefeitas assumiram (em sua grande maioria) o poder cheios de razões.

Foi live daqui, live dali, informação parcial e superficial e sorrisos forçados nas redes sociais.

Alguns acharam (acham ainda) que estavam abafando; informando só o que queriam para seus seguidores e robôs.

Como já escrevemos neste espaço, no começo de governo o povo ainda está na chamada lua de mel com os novos governantes e muita coisa tem de se tolerada, mas o fato é que a realidade começa a bater de frente com a realidade frágil e débil das lives e informações sem confiabilidade que prefeitos e prefeitas postam em suas redes sociais achando que  povo é idiota ou (pior ainda) que eles políticos são muito espertos.

A ‘audiência’ das tais lives começou a cair ainda em janeiro, pois nem robô aguenta tanta informação parcial, truncada e às vezes mentirosa dos políticos.

Depois vieram as sessões nas Câmaras de Vereadores e muita das meias verdades das lives começaram a ficar ainda mais evidentes.

Agora começa a aparecer (por Poá) o jornalismo de esgoto que tenta (e muitas vezes conseguem) destruir a imagem de pessoas e de governos.

Infelizmente o povo em geral (com uma formação política precária) dá mais atenção ao jornalismo de esgoto que às meias verdades pregadas pelos políticos em suas lives.

Portanto, está chegando a hora da verdade para os políticos sérios e governos comprometidos com as suas cidades.

Prefeitos, prefeitas e deputados que apostarem que a imprensa séria não pode melhorar a qualidade e a credibilidade das informações de suas gestões e que jornalistas sem rabo preso não tem força para devolver o jornalismo de esgoto para as fossas sépticas vão acabar afundando em  meio a esse ‘jornalismo’.

E pior, acabarão levando juntos os sonhos de seus eleitores e o futuro de suas cidades.

Chegou (mais uma vez) a hora de a imprensa séria fazer a diferença e o apoio dos prefeitos, prefeitas e deputados comprometidos com o seu povo será fundamental para o combate que se faz necessário às fake news, a oposição raivosa e ao jornalismo de esgoto que nessa hora começa a vazar em Poá.