Aprovação de Bolsonaro ‘segue crescendo’ igual a rabo de burro, sempre para baixo e isso é muito bom para o Brasil. Tá ok?
Este é o menor índice já registrado pela pesquisa desde que Jair Bolsonaro assumiu a presidência/ Foto: Divulgação
Instituto Nacional de Tecnologia e Saúde

De acordo com reportagem publicada no último dia 27 pelo site UOL, o índice de pessoas que consideram o governo Bolsonaro bom/ótimo caiu de 24% em setembro deste ano para 19% em novembro, aponta uma pesquisa da empresa de consultoria Atlas/Intel.

Este é o menor índice já registrado pela pesquisa desde que Jair Bolsonaro (sem partido) assumiu a presidência.

Antes, o levantamento da consultoria tinha como menor percentual de bom/ótimo o mês de abril de 2020, no início da pandemia do novo coronavírus, quando foi registrado 21%.

Ainda de acordo com a pesquisa, a porcentagem de pessoas que classificam o governo como ruim ou péssimo estabilizou, dentro da margem de erro de um ponto percentual — foi de 61% para 60%.

A queda na avaliação de ótimo/bom refletiu em mudança no índice de regular (que foi de 14% a 20%).

Na mesma pesquisa, a consultoria Intel Atlas perguntou, de forma direta, se as pessoas aprovavam ou reprovavam o desempenho do presidente Bolsonaro.

Neste quesito, também houve queda no índice de aprovação de Bolsonaro em relação à pesquisa de setembro.

Na ocasião, 32% das pessoas aprovavam o desempenho do presidente, sendo que a desaprovação (64%) manteve-se estável dentro da margem de erro.

A aprovação de 29% também é a menor desde que a pergunta foi incluída na pesquisa pela consultoria, em abril de 2020.

A pesquisa colheu respostas de 4.921 pessoas pela internet, via convites randomizados, entre os dias 23 e 26 de novembro.

A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%.

Os números dessa mais nova pesquisa não deixam dúvidas, por mais que parte do eleitorado seja alienado, por mais que as narrativas enfiadas goela abaixo de grande parte dos brasileiros tentem convencer que o Brasil não virou terra de ninguém onde o povo está comendo o pão que o Bolsonaro amassa.

O fato é que a realidade grita aos ouvidos e salta aos olhos. O Brasil dos brasileiros não é esse Brasil da fome, do ódio, da truculência política, policial e institucional que o governo Bolsonaro (em nome e em defesa dos mercados) tenta nos impor.

Longe de ser os melhores seres humanos do planeta, os brasileiros não são (de forma alguma) esses animais seguidores fanáticos de Bolsonaro que querem a qualquer custo se perpetuarem no topo da cadeia alimentar política, social, econômica e cultural.

Com a aprovação cada vez menor do atual presidente, a possibilidade de Bolsonaro e seus seguidores fanáticos voltarem para os esgotos após a eleição de 2022 só faz crescer.