Após questionamentos do Jornal Oi, governo de Poá esclarece compra de ração denunciada pela oposição
O governo de Poá se posicionou sobre a questão do investimento em rações no município/ Foto: Divulgação
Prefeitura de Guararema

A prefeitura de Poá respondeu aos novos questionamentos realizados pela reportagem do Jornal Oi referentes às supostas irregularidades apontadas pela vereadora Jilmara Kirino Protetora (Avante), na compra de rações para os animais domésticos da cidade.

A vereadora denunciou, durante sessão ordinária realizada no mês passado, que o governo estava realizando a compra das rações em um CNPJ que tinha como endereço final uma residência.

Ainda segundo a parlamentar, o valor adquirido das rações não era equivalente à quantidade entregue.

O Jornal Oi questionou o governo de Poá que ressaltou que não há impedimento para uma empresa que não possua sede física fornecer bens a pronta entrega, desde que tenha atividade econômica compatível.

O governo se posicionou também sobre a questão do investimento em rações no município. Confira abaixo os questionamentos realizados pelo repórter Gabriel Souza e as respostas emitidas pelo governo de Poá.

Jornal Oi – Qual a posição da prefeitura sobre as afirmações da vereadora na última sessão sobre o fato e quais explicações podem ser fornecidas sobre o local em que a administração municipal realiza a compra de rações?

Governo de Poá: A Secretaria Municipal de Administração informou que não há impedimento para uma empresa que não possua sede física fornecer bens a pronta entrega para a administração, desde que possua atividade econômica compatível, além disso, se houvesse tal exigência, vários pequenos empreendedores locais seriam preteridos, o que vai na contramão do tendente fomento ao crescimento econômico dos pequenos empreendedores, presente em vários diplomas legais em vigência.

Jornal Oi – Qual é o investimento das rações e com qual frequência?

Governo de Poá: De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o investimento é de aproximadamente R$ 10 mil.

Sobre a frequência, a pasta informou que não é possível precisar visto que depende da quantidade de animais presentes no Centro de Bem Estar Animal (Cebeap) de Poá.