Associação Comercial discute com a PM a segurança no comércio que, neste final de ano, funcionará em horários diferenciados
Na reunião com o capitão Rogério Rodrigues, comandante da 1° Companhia do 17° Batalhão, o presidente da Associação Comercial de Mogi ressaltou a importância de maior policiamento nas áreas comerciais da cidade/ Foto: Divulgação
Hospital Santa Maria

O presidente da ACMC – Associação Comercial de Mogi das Cruzes, Marco Zatsuga, se reuniu na quinta-feira, 3, com o comando da Polícia Militar para tratar da segurança no comércio, em especial do reforço no policiamento durante esse final de ano, época em que o movimento de consumidores nas lojas é maior.

Com a volta das restrições da fase amarela do Plano SP, a partir de segunda-feira, 7, as atividades comerciais e de serviços da cidade só poderão atender 40% da capacidade e funcionar por 10 horas/dia, as quais poderão ser sequenciais ou fracionadas, não podendo ultrapassar as 22 horas.

“O horário de abertura e fechamento não foi padronizado. Ou seja, está facultativo aos empresários escolher o que é melhor para o seu estabelecimento”, reforça o presidente Zatsuga.

“Isso é diferente do que sempre aconteceu nesta época do ano, quando as lojas funcionavam em horário estendido. Por isso a importância de conversar com a Polícia Militar e somar esforços para garantir que o comerciante tenha segurança para trabalhar e o consumidor para fazer suas compras”, justifica ele por meio da assessoria de imprensa da entidade.

Na reunião com o capitão Rogério Rodrigues, comandante da 1° Companhia do 17° Batalhão, o presidente ressaltou a importância de maior policiamento nas áreas comerciais da cidade.

A entidade também está fazendo um levantamento com os lojistas sobre os horários escolhidos para o funcionamento a partir de segunda-feira.

“Vamos transmitir essas informações à Polícia para que ela possa ter uma estratégica para a segurança no comércio, com ênfase principalmente nos horários de maior movimentação dos consumidores”, explica o presidente Zatsuga.

Nos últimos anos, a ACMC sempre apoiou a Operação Natal da PM com bases elevadas para ampliar o alcance do policiamento na região central da cidade.

Neste Natal, no entanto, a medida foi abortada em razão das restrições da pandemia e a necessidade de distanciamento social.