Prefeitura de Mogi das Cruzes

A língua alemã tem uma palavra que sintetiza a atmosfera de uma época, zeitgeist, algo como “espírito do tempo”.

Em 2017, pode-se dizer que o zeitgeist foi o de passar a limpo a conduta dos homens que, de algum modo, seja pela violência física, psicológica ou sexual, têm ameaçado o bem-estar das mulheres.

 

Nomes que marcaram a violência contra a mulher no ano de 2017

Do início ao fim do ano, pipocaram denúncias de violência contra a mulher. Nomes como Harvey Weinstein, o produtor americano que já soma mais de cem denúncias de assédio, abuso ou estupro, e José Mayer, acusado de assédio por uma figurinista da Globo, deixaram de ser associados somente a suas brilhantes carreiras no mundo da arte e do entretenimento e passaram a inspirar desconfiança.

Um dos casos que marcou o ano foi a acusação contra Victor Chaves, que forma dupla sertaneja com o irmão Leo, que foi acusado de agressão pela mulher, Poliana Bagatini Chaves, em fevereiro, quando ela estava grávida. Poliana registrou boletim de ocorrência, relatando que havia sido jogada no chão e chutada pelo companheiro.

Entrevistado pelo programa Fantástico, Victor negou a agressão, mas o cantor foi denunciado à Justiça, foi afastado de um programa da Globo e a dupla teve a imagem bastante arranhada.

Décadas de assédio e abuso sexual contra mulheres por parte de diretores, produtores e atores de Hollywood vieram à tona a partir de outubro.

Tudo começou quando o jornal The New York Times publicou uma reportagem revelando que o produtor Harvey Weinstein havia firmado diversos acordos com mulheres que o acusavam de assédio, abuso ou estupro.

 


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