Ronaldo Florido diz que não tem o rabo preso e denuncia uso político da Secretaria de Assistência do Estado na região
Ronaldo Florido participou na tarde desta quinta do “Café na Redação”/ Foto: Glaucia Paulino/ Oi Diário

O professor, ex-assessor parlamentar e ex-secretário municipal de Assistência e Desenvolvimento Social e Turismo em Poá Ronaldo Florido de Oliveira, de 45 anos,  participou nesta quinta-feira do “Café na Redação” e demonstrou estar preparado para representar, na condição de deputado estadual, a população de Poá e das outras cidades do Alto Tietê.

Florido é candidato a uma das 94 cadeiras da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo pelo PDT, partido que tem como candidato ao governo estadual, o ex-prefeito de Suzano, Marcelo Candido.

O candidato que é professor universitário e também atua como docente na rede estadual tem uma sólida formação intelectual e acadêmica e convidou o público do “Café na Redação” e a população em geral a pesquisar a vida de todos os candidatos que estão se apresentando para esta eleição.

O pedetista ressaltou que por meio de uma simples pesquisa na rede mundial de computadores, todos os eleitores poderão conhecer a história e o currículo dos interessados em representar Poá e as cidades da região.

Florido ressaltou que os eleitores precisam saber quais são os objetivos e os reais interesses dos partidos políticos e dos candidatos e, neste contexto ele exaltou a seriedade e o compromisso do PDT com a educação, com o trabalho, com os valores democráticos e com a dignidade humana.

“Sou presidente do Diretório Municipal do PDT em Poá e não estou participando dessa eleição com o objetivo de colocar o meu nome em evidência para a eleição ao cargo de prefeito (que acontecerá em 2020). Sou candidato a deputado e quero ser o primeiro deputado estadual eleito pela cidade de Poá. Estou pedindo uma oportunidade, para que todos os eleitores analisem as minhas propostas e ideias, consultem o meu currículo, conheçam minha história. Tenho a ficha limpa e compromisso com Poá e a com as pessoas”, ressaltou.

De acordo com o candidato, ele não depende de dinheiro da política para viver e quer desenvolver um mandato popular, onde a participação das pessoas será prioridade.

“Vou lutar para a melhoria da educação, pois ela é a base de tudo, mas vou lutar e defender os interesses de todos os municípios do Estado”.

Florido ainda garantiu e comprovou durante a entrevista que não tem o rabo preso com nenhum grupo politico ou empresarial e que, no caso de ser eleito deputado, vai manter a sua independência e autonomia política.

“Quero ir para a Assembleia Legislativa para fiscalizar e cobrar o governo do Estado em benefício da população e não para fazer acordos espúrios em prejuízo da sociedade”, afirmou o candidato que denunciou o possível uso político da Diretoria Regional de Assistência e Desenvolvimento Social (Drads) que tem sede em Mogi das Cruzes e representa a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social na região do Alto Tietê.

O candidato também destacou que a Diretoria deveria ser coordenada por algum técnico, mas, no entanto, estaria sendo coordenado por uma pessoa sem conhecimento técnico e que teria sido indicada por um deputado que é candidato à reeleição.

Florido observou que irá usar a função de deputado para denunciar, a partir da tribuna da Assembleia, todas as irregularidades que encontrar dentro do governo do Estado e que irá fiscalizar o gasto (pelos munícipios) dos recursos liberados pelo governo estadual por meio de seu trabalho parlamentar.

A direção da Drads e a Secretaria Estadual de Assistência Social poderão se manifestar nas próximas horas sobre a denúncia feita pelo candidato do PDT. Confira toda a entrevista no site e no Facebook do Oi Diário.