Prefeito de Poá se reúne com grevistas da Educação, mas impasse continua na cidade
Este foi o terceiro encontro da administração municipal com os representantes dos servidores da Educação apenas nesta semana / Foto: Divulgação

O prefeito de Poá, Gian Lopes e o secretário da Educação, Carlos Humberto Martins Duarte, reuniram-se novamente nessa sexta-feira com representantes dos servidores da Educação, para dialogar com a categoria. Os vereadores Saulo Teixeira Alberto da Costa, o Saulo Dentista, Saulo Souza e Mário de Oliveira, Marinho do Jornal e o secretário de Segurança Urbana, Carlos Setsuo, também acompanharam a conversa.

Durante a reunião foram apresentadas uma série de propostas. Este foi o terceiro encontro da administração municipal com os representantes dos servidores da Educação apenas nesta semana. Nessa quinta-feira, 7, os secretários de Governo, Comunicação Social e Meio Ambiente e Recursos Naturais, Augusto de Jesus e de Educação, Carlos Humberto Martins Duarte, também receberam os representantes e solicitaram a apresentação, no prazo de 48 horas, da relação de solicitações e medidas que pleiteiam junto à administração municipal, para que as mesmas possam passar pela regular apreciação.

O prefeito Gian Lopes já havia recebido na última segunda-feira, 5, no Gabinete, os representantes, garantido que está sempre aberto ao diálogo com todas as categorias de trabalhadores, visando oferecer as melhorias necessárias. “São momentos importantes para ouvir as reivindicações e analisar as propostas, porém, sempre reforçando que no momento aguardo uma definição quanto às receitas geradas pelo Imposto sobre Serviços”.

De acordo com Augusto de Jesus, em resposta aos movimentos de protestos efetuados nos últimos dias, o Poder Executivo seguiu sempre aberto ao diálogo com todas as categorias de servidores públicos, visando oferecer, na medida do possível, melhorias ao bom funcionamento dos serviços.

“O chefe do Poder Executivo busca toda e qualquer alternativa que possibilite investimentos em todos os seguimentos da administração. Todavia, reforçamos que o momento financeiro é delicado, e consequentemente, qualquer ação que onere os cofres públicos carece de definição quanto às receitas geradas pelo ISS, que atualmente se sustenta pela frágil concessão de medida liminar, proferida no último dia 23 de março”, explicou o secretário de Governo.