Nesta edição o Jornal Oi, destaca na página 5, uma nota em que o ex-prefeito de Mogi das Cruzes, Marco Bertaiolli, repudia e rebate o que segundo ele foi (é) uma informação mentirosa que estaria sendo transmitida/repassada de forma irresponsável por lideranças da sociedade civil de Mogi que estariam mais interessadas em aparecer que em promover um debate sério sobre assuntos que são de interesse público.

Para rebater a informação irresponsável de que teria deixado a prefeitura de Mogi, em 2016, com uma dívida de R$ 300 milhões, Bertaiolli apresenta um parecer do Tribunal de Contas que destaca a informação de que a prefeitura teria fechado o ano de 2016 com um saldo positivo de mais de R$ 60 milhões e com prejuízo de R$ 300 milhões.

O ex-prefeito de Mogi está mais do que correto em rebater as informações falsas ou duvidosas e cobrar mais responsabilidade de quem as repassam de forma covarde, com o objetivo de ganhar cliques ou likes nas redes sociais.

O Oi não tem procuração para defender políticos, mas é fato que em nome da saúde mental da nossa sociedade, do bom jornalismo e em defesa do que é correto e ético, temos que encontrar formas de atacar e matar o quanto antes a propagação de notícias falsas, sejam elas contra pessoas comuns, contra entidades, contra governo ou contra políticos.

As fakes precisam ser eliminadas antes que elas nos eliminem como cidadãos dignos de confiança e respeito. Acabar com as notícias falsas não é tarefa simples e sabemos disso, mas temos (especialmente os jornalistas) que começar a enfrentar o problema. Denunciar jornalistas picaretas e processar pessoas doentes que praticam esses crimes contra a honra e a vida é fundamental.