Movimento Acredito sonha com CPI para investigar os contratos das empresas de ônibus com a prefeitura em Mogi
Os membros entregaram também as 4.893 assinaturas coletadas por um abaixo-assinado online organizado pelo Movimento/ Foto: Glaucia Paulino/Oi Diário

O núcleo do Movimento Acredito em Mogi das Cruzes protocolou na Câmara Municipal protocolou na sexta-feira, 18, um ofício pedindo a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para os vereadores investigarem a decisão do prefeito Marcus Melo (PSDB) sobre o aumento da tarifa de ônibus.

Os membros entregaram também as 4.893 assinaturas coletadas por um abaixo-assinado online organizado pelo Movimento.

A petição online foi criada no sábado, 12. “Para nós, a posição do poder executivo municipal é contraditória com a Lei de Isenção do ISS aprovada pela Câmara Municipal em 2017, em que ressalta no parágrafo único que o valor da isenção seria repassado ao usuário mediante redução/manutenção do preço da tarifa”.

Em Florianópolis o Movimento Acredito conseguiu vitória com o abaixo-assinado online, visto que os vereadores acataram o petição.

A mobilização contou com o apoio da Atlética Águia de Haia do curso de Direito, Atlética de Psicologia, Atlética de Enfermagem, Diretório Acadêmico Moysés Jurist do curso de Biologia da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC); Grêmio Estudantil da Etec Presidente Vargas ; Grêmio Estudantil Influência Estudantil da E.E. Maria Rodriguês Gonçalves e dos cidadãos mogianos.

“Afirmamos nosso papel como instrumento independente e democrático pela renovação das práticas políticas na cidade de Mogi das Cruzes. Estaremos aguardando o retorno da Câmara Municipal sobre o ofício e continuaremos fiscalizando os agentes públicos da cidade a respeito do transporte coletivo”, explica a mogiana Maria Luiza Fernandes, estudante de Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e uma das coordenadoras do Movimento Acredito na região.

Segue o link do abaixo-assinado: https://www.change.org/p/contra-o-aumento-de-passagem-em-mogi.