Mogi enfrentará o Corinthians nesta quinta, às 21 horas, no Parque São Jorge
A entrada da Fiel Torcida é gratuita e a transmissão do jogo acontecerá, ao vivo, no Facebook do NBB/Foto: Willian Oliveira/Divulgação
Prefeitura de Mogi das Cruzes

Nesta quinta-feira, 28, o Corinthians entra em quadra pelo Novo Basquete Brasil (NBB). Às 21 horas, no ginásio poliesportivo Wlamir Marques, no Parque São Jorge, o Timão pega o Mogi das Cruzes. A entrada da Fiel Torcida é gratuita e a transmissão do jogo acontecerá, ao vivo, no Facebook do NBB.

Esta partida é a 20ª do Timão na temporada 2018/19 do NBB. Neste momento, o Alvinegro ocupa a nona colocação e está dentro da zona de classificação para os playoffs, com 28 pontos.

Para o jogo, o técnico Bruno Savignani tem à disposição os seguintes jogadores: Aguiar, Douglas Santos, Giovannoni, Gui Bento, Humberto e Fuller (alas); Gustavinho, Nícolas e Parodi (armadores); e Abner, Shilton e Teichmann (pivôs).

Depois do confronto, o Timão encara uma sequência de três jogos fora de casa. Na segunda-feira (04/03), em Franca, o Corinthians encara o SESI-Franca; depois, enfrenta o Bauru, na cidade homônima, três dias depois; e fecha a sequência diante do São José, em 19/03, no Vale do Paraíba, interior paulista.

Por outro lado, o time de Mogi das Cruzes retornará ao NBB depois de um ‘descanso’ de dez dias. Neste período a equipe do técnico Guerrinha focou nos treinamentos e buscou soluções para delicados assuntos extra quadra que poderão afetar negativamente o rendimento do quinteto mogiano.

O maior problema é a decisão da Justiça Esportiva Antidopagem que decidiu punir o técnico  e o auxiliar técnico do time.

Confira a seguir uma nota produzida no dia 22 pela assessoria de imprensa do Mogi Basquete sobre este imbróglio: 

A diretoria do Mogi das Cruzes/Helbor foi surpreendida pela decisão do TJDAD (Tribunal de Justiça Desportiva Antidopagem) de suspender o técnico Guerrinha e o auxiliar técnico Danilo Padovani em seis meses no caso de doping envolvendo o ala Shamell Stallworth.

A sentença foi dada na noite de quinta-feira, 21, em Brasília. O clube aguarda a publicação da decisão para dar entrada no recurso solicitando a revisão da pena. A suspensão só tem validade após os envolvidos receberem a notificação do órgão.

Os dois foram punidos porque o nome do ala Shamell Stallworth estava na súmula da partida contra o Joinville, pelo NBB 10, no dia 18 de fevereiro do ano passado. O atleta sofreu uma pancada no cotovelo na partida anterior contra o Caxias do Sul e foi medicado.

No banco e com o uniforme de passeio, Shamell não participou da partida, mas foi selecionado para o exame de doping. No teste feito foi detectado a presença da substância betametasona, proibida pelo atual código da Wada (Agência Mundial Antidopagem).

Guerrinha e Padovani foram penalizados porque o Tribunal entendeu que eles foram responsáveis em colocar o atleta na súmula.

“O próximo passo é aguardar a publicação do acórdão. Depois disso vamos submeter ao Pleno a reapreciação dessa decisão do Tribunal, porque entendemos que ela está em desacordo com tudo aquilo que foi apresentado em defesa e na audiência”, explica o advogado do clube, Cezar Lombardi.

Shamell foi punido com dois meses de suspensão, já cumpridos pelo período que ficou fora da equipe preventivamente, entre junho e agosto de 2018.

O médico do clube, Marcus Vinicius Porcelli, responsável pela medicação, foi absolvido.

“Desde a primeira audiência, estávamos bastante tranquilos com a decisão inicial que havia liberado o Shamell para continuar o trabalho dele. Achávamos que estava caminhando tudo bem, mas ontem à noite fomos surpreendidos com essa grande reviravolta para nós. Nos pegou de surpresa mesmo. A gente ainda está assimilando essa decisão e vendo quais os caminhos que teremos de seguir para recorrer, com tudo que for possível para revogar isso. Não podemos ficar sem esses dois membros da nossa equipe, principalmente neste momento do campeonato”, ressalta o secretário de Esporte e Lazer de Mogi, Nilo Guimarães.

“Achávamos que essa decisão seria de outra forma e agora precisamos aguardar o jurídico tomar todos os procedimentos possíveis para colocar a mim e ao Danilo em condições de trabalhar. É uma decisão inédita para mim e para muitos. Tenho 22 anos como jogador, 21 como técnico, e nunca tive nenhum problema e nunca fui responsabilizado por nada”, adverte o técnico Guerrinha, que esteve presente na audiência nessa quinta com Shamell e o advogado Cezar Lombardi.