Mãe de atirador mais jovem afirmou não se conformar com o que filho fez
Eram 9h42 quando o jovem entrou armado com um revólver calibre 38 na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, onde havia estudado até o ano passado, e abriu fogo contra um grupo de alunos e funcionários/ Foto: Reprodução
Prefeitura de Mogi das Cruzes

A mãe do atirador mais jovem (Guilherme Taucci) teria dito a um conhecido, ainda na noite de quarta-feira que não se conformava com o que o filho havia feito, principalmente com relação ao próprio tio, Jorge Antonio de Moraes, de 51 anos, irmão da mãe, assassinado com três tiros pelo sobrinho em sua locadora de carros.

Eram 9h42 quando o jovem entrou armado com um revólver calibre 38 na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, onde havia estudado até o ano passado, e abriu fogo contra um grupo de alunos e funcionários que estava na recepção. Três pessoas caíram no chão e ele seguiu para o interior da escola.

Cerca de 30 segundos depois, seu amigo Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, também ex-aluno, entrou munido com uma bésta, um arco e flecha e uma machadinha. Ele golpeou as pessoas já caídas e se atracou com estudantes que fugiram correndo do interior da escola.

O massacre resultou em duas funcionárias e cinco alunos mortos. Antes, a dupla havia matado um parente em uma loja fora da escola. Os dois atiradores também morreram. Toda a operação durou cerca de 15 minutos.