De acordo com a matéria publicada no portal de notícias G1, da TV Diário de Mogi das Cruzes, na quarta-feira, dia 4, a falta de prestação de contas pela antiga gestora do restaurante Bom Prato de Ferraz de Vasconcelos, a Associação Beneficente Comunitária Vida Carente que teria até o final da tarde desta quinta-feira, dia 5, para apresentar o balanço referente ao ano de 2014 ao Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) não acarretará no fechamento da unidade, na cidade.  A informação é da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social.

De acordo com a assessoria de imprensa do Legislativo de Ferraz (que tem divulgado informações mais relevantes sobre os problemas da prefeitura que a própria assessoria do prefeito) a Secretaria de Desenvolvimento do Estado, tratam-se de assuntos distintos, ou seja, a análise da prestação de contas da ex-administradora junto ao TCE-SP não implica na suspensão do repasse ao atual responsável pelo gerenciamento o Instituto Raízes. O mesmo posicionamento sobre o assunto possui a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Agropecuária, já que a Prefeitura local nunca deixou de repassar a sua cota de R$24 mil mensais ao Instituto Raízes. Já o governo estadual dispensa por mais de R$70 mil para manter o Bom Prato em operação, em Ferraz.

Reinaugurado, em 2013, com o nome de Bom Prato, antes chamava-se Restaurante Popular até então mantido em parceria com o governo federal, a unidade fornece por dia 1,2 mil refeições ao custo de apenas R$1,00 cada. Além disso, o espaço também oferece mais de 300 cafés da manhã por R$0,50. No total, o Instituto Raízes que está rigorosamente em dia com as suas prestações de contas emprega 16 funcionários no Bom Prato localizado na Avenida Lourenço Paganucci, 155, na Vila Maria Rosa, próximo ao Viaduto Ayrton Senna, no centro.

A polêmica a respeito de um possível fechamento do Bom Prato por conta de pendência de responsabilidade da Associação Vida Carente de prestar contas de sua atuação a frente da unidade, em 2014, fora suscitada por meio de um requerimento aprovado pela Câmara Municipal, na sessão ordinária, no dia 26 do mês passado. No documento, o vereador Claudio Roberto Squizato (PSB) pede providências à municipalidade para resolver o problema e, ao mesmo tempo, afastar o risco de a medida não afetar o funcionamento do restaurante.