O que, afinal, poderá conter as Fake News e seus estragos?

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Desde a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos em 2016, quando a onda de fake news virou fator relevante na campanha presidencial.

O debate mundial sobre os efeitos deletérios nas democracias da torrente de notícias falsas e das campanhas de desinformação nas redes sociais ganhou força.

 

Discute-se como evitar a repetição do fenômeno em outras eleições, se é possível impor regulamentações às grandes plataformas de redes sociais ou se é mesmo desejável fazer isso, diante de novos riscos de censura e de supervigilância estatal.

 

Fake News nas eleições brasileira

Esse debate chegou com força ao Brasil com as eleições de 2018, mas qualquer iniciativa de controle não terá eficácia se não levar em consideração a dinâmica muito especial de consumo das redes sociais no Brasil.

De acordo com pesquisa da We Are Social, 87,7% dos brasileiros são usuários ativos de redes sociais no Brasil.

 

 

A era das redes sociais

As quatro plataformas mais usadas são:

  • Facebook
  • YouTube
  • WhatsApp
  • Facebook Messenger

Muitos fatores contribuem para essa equação, mas dois precisam ser ressaltados. O primeiro é que Facebook.

O WhatsApp e Messenger são oferecidos como acesso grátis em planos pré-pagos para celular, apesar de a prática desrespeitar o Marco Civil da Internet.

O segundo é o índice de analfabetismo estrutural no Brasil, que impulsiona mídias como imagens e vídeos. Soma-se a esses dois fatores a desigualdade de renda, cultural e social, e o resultado é um reforço do “efeito bolha”, em que as pessoas tendem, com as redes sociais, a aumentar o seu isolamento e a interagir apenas com pessoas de preferências semelhantes.

 


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