Café na Redação sem censura: Direito e Justiça debate fake news, STF, BBB, mimimi, milicianos e muito mais
Também foi analisado na Live o caso da vencedora do BBB Brasil que ao deixar o programa com R$ 1,5 milhão teve de prestar esclarecimentos à polícia em razão de, supostamente, ter praticado crime de descriminação e preconceito religioso contra outro participante do programa/Foto: Divulgação
Prefeitura de Mogi das Cruzes

O programa “Café na Redação Direto e Justiça” desta terça-feira, 16, não deu bolas para os arroubos antidemocráticos do Superior Tribunal de Justiça (STF) – que teria censurado um site e uma revista digital em razão de supostos ataques e fake news contra ministros e o próprio STF – os assuntos mais polêmicos dos  últimos dias.

Confira a Live na íntegra

O advogado e professor de Direto Penal na Faculdade Piaget, Dario Reinssiger e o jornalista Bras Santos debateram por cerca de 50 minutos sobre a polêmica em torno da condenação em 1ª instância do humorista Danilo Gentilli a partir de uma denúncia da deputada federal do PT Maria do Rosário e não deixaram passar batida a polêmica sobre a decisão do STF de determinar ao site O Antagonista que retirasse do ar nota/reportagem sobre uma possível citação do nome do atual presidente do STF (Dias Toffoli) em e-mail de empresário investigado pela Operação Lava Jato.

Para o STF (no caso o ministro relator do caso, Alexandre de Moraes) o site de informações teria divulgado uma fake news e por isso houve a determinação para que a notícia nota fosse retirada.

A ordem do STF foi recebida por entidades ligadas à imprensa, por lideranças políticas e da sociedade civil como um ato de censura.

Sempre com a participação dos internautas, os debatedores do “Café na Redação Direito e Justiça” também chamaram a atenção de todos para a necessidade de o Estado ocupar os espaços (administrativos, políticos e territoriais) com o objetivo de impedir que milicianos e/ou criminosos ‘invistam em empreendimentos imobiliários’ como ocorreu no Rio de Janeiro onde diversas pessoas morreram depois que um prédio ‘construído nas coxas’ por milicianos desabasse.

Também foi analisado na Live o caso da vencedora do BBB Brasil que ao deixar o programa com R$ 1,5 milhão teve de prestar esclarecimentos à polícia em razão de, supostamente, ter praticado crime de descriminação e preconceito religioso contra outro participante do programa.

Muita gente considera que a denúncia de outro participante do programa contra Paula foi uma exagerada demonstração de mimimi e vitimismo.