Prefeitura de Mogi

Tornou-se muito comum nos últimos anos ver torcedores brasileiros torcerem pelo maior rival da Seleção Brasileira, a Argentina.

Desde a Copa do Brasil até os dias de hoje, o número de brasileiros que vestem as cores albiceleste e enfeitam as suas Timeline nas redes sociais crescem a cada dia.
Diante deste cenário eis que então surgem as perguntas retóricas: os brasileiros fãs dos argentinos se opõem à Seleção Brasileira por conta da situação política do País? Por conta do famigerado 7 a 1? Ou por que realmente são amantes da Asociación del Fútbol Argentino (AFA)?

Outro ponto que dá base para a temática desta coluna, é o fato de ativistas políticos da chamada direita brasileira terem se “apropriado” da camisa amarela da CBF durante os protestos que ficaram emblemáticos no impeachment da ex-presidente Dilma Rouseff.
Tal fato gerou certo repúdio a camisa canarinho e pode ser considerado também o motivo de muitos renunciarem à Seleção Brasileira.

Como vivemos em um regime democrático, no futebol também não é diferente e, não existe uma regra para que todo brasileiro tenha que torcer pela Seleção que hoje está representada por Tite, Neymar e companhia. Cada um torce e admira quem quiser.
Porém o que chama a atenção é que não é o talento do segundo melhor jogador do mundo, Lionel Messi, que aparentemente entusiasma estes torcedores.

E sim, a torcida pelo apocalipse do futebol brasileiro. Este que é o maior colecionador de títulos do Mundial (pentacampeão) e referência para o mundo da bola, haja vista que os melhores clubes da Europa (atualmente o futebol mais vistoso do mundo) têm sempre em sua base pelo menos um brazuca. #VaiBrasil