A Coluna Bastidores chamou a atenção na edição do último dia 9 para o ‘esquema de correria do governador Geraldo Alckmin (PSDB)’ para conseguir entregar o maior número de obras possíveis em todo o Estado de SP até o dia 7 de abril – data em que deverá se afastar do cargo para concorrer à presidência do Brasil. A partir do dia 8, o Estado de SP deverá ser comandado pelo atual vice de Alckmin, o ex-deputado Marcio França (PSB).

Na coluna do dia 9 o Oi destacou informações da Folha de São Paulo sobre uma lista de projetos que Alckmin quer entregar nas próximas semanas e por fim o Oi questionou o fato de não existir (na relação divulgada pela Folha) nenhuma previsão de entrega de obras pelo governador na região do Alto Tietê. A lista da Folha indicaria então que Alckmin não deverá mais aparecer nesta região até a sua despedida do Palácio dos Bandeirantes.

O Oi afirmou ainda (na coluna do dia 9) que revelaria (a partir de hoje) as principais pendências e dívidas de Alckmin para com a região do Alto Tietê. E não existe ‘mancada maior de Alckmin’ com a região, mais precisamente com Suzano, que a história do Hospital Estadual de Suzano. Trata-se de um ‘passa moleque’ histórico à Suzano e região, mesmo porque Alckmin quer inaugurar até o dia 7, hospitais estaduais/regionais em São José dos Campos, Sorocaba e Registro, mas do Hospital de Suzano nem se fala mais nada.

Como o aniversário de Suzano (69 anos) está bem perto, o Oi, que foi o responsável pelos principais questionamentos ao desrespeito do Estado para com Suzano (no caso da obra deste hospital) volta a chamar a atenção de Alckmin, do secretário de Saúde do Estado, David Uip, do prefeito e presidente do Condemat, Rodrigo Ashiuchi (PR) e dos deputados Estevam Galvão (DEM) e André do Prado (PR) sobre ‘quais migalhas’ (dos serviços) deste hospital construído ao lado do Hospital Auxiliar das Clínicas, Suzano e cidades do Alto Tietê, terão?