Apesar de ter tido novas vítimas no decorrer de 2017, a Lagoa Azul, neste início de 2018,  está ainda mais acessível do que em anos anteriores e, por este motivo continua sendo uma grande ameaça neste feriado prolongado de Carnaval. Nessa sexta-feira a reportagem do Jornal Oi constatou que a grade instalada no entorno da lagoa e que, teoricamente, deveria impedir ou ao menos dificultar o acesso de invasores no local – está mais vulnerável que nunca.

Ela foi destruída e removida em pelo menos três ou quatro lugares, sendo que a parte da proteção foi retirada (furtada) em uma extensão de ao menos 20 metros. Se antes com a grade, muitos moradores de Suzano e cidades vizinhas ser arriscavam (e algumas pessoas morreram afogadas), neste início de 2018 está muito mais fácil invadir o local.

O objetivo desta reportagem é chamar a atenção de pessoas que continuam arriscando suas vidas ao nadar no local e especialmente da Prefeitura de Suzano que no governo do ex-prefeito Tokuzumi (2013-2016) se comprometeu em conseguir a licença ambiental para que a Faculdade Piaget instalasse um parque no entorno da lagoa. O governo anterior não fez o que precisava ser feito e a nova administração tem dado sinais de que não vai enfrentar o problema.