A importância da inclusão!
A ideia de inclusão vem sendo adotada como a mais eficaz, pois, tem como finalidade evitar preconceitos e desigualdades enfrentadas por esses indivíduos/ Foto: Divulgação
Prefeitura de Mogi das Cruzes

A Declaração de Salamanca, assinada em 1994 durante a Conferência Mundial sobre Necessidades Educacionais Especiais, realizada pela Unesco em parceria com o governo espanhol, veio para mudar o conceito de educação especial, após essa declaração o mundo inteiro passou a se adaptar para que as escolas recebam todas as pessoas, mesmo que possuam dificuldades físicas, intelectuais, emocionais, linguísticas entre outras condições.

Além da Declaração, desde 2016 a Lei da Inclusão está em vigor no Brasil, ela traz diversos avanços para a vida das pessoas que possuem alguma deficiência, como auxílios que ajudem na empregabilidade dessas pessoas, a possibilidade de utilizar recursos do FGTS para comprar materiais como próteses, cadeiras de rodas, entre outros, assim como a proibição que planos de saúde cobrem valores mais altos em razão da deficiência.

Quando se fala em inclusão, se diz respeito à inserção por inteiro da pessoa com alguma necessidade especial na vida em sociedade, diferente da integração, que ainda é de certa forma utilizada e está sendo substituída pela inclusão. Na integração tudo depende do grau apresentado pela pessoa, podendo acontecer a inserção parcial e condicionada em alguma atividade.

A ideia de inclusão vem sendo adotada como a mais eficaz, pois, tem como finalidade evitar preconceitos e desigualdades enfrentadas por esses indivíduos.

Uma das maneiras mais fáceis de trabalhar a inclusão é na escola, onde se inicia o convívio desses alunos com pessoas que não são sua família, e ao mesmo tempo ensina os demais alunos a respeitarem e entenderem a individualidade de alguns, fazendo assim um trabalho de aprendizagem social associado aos estudos habituais.

Esse tipo de solução é o que torna possível, por exemplo, que pessoas com algum tipo de deficiência tenham seus empregos garantidos, ou que na escola aprendam o mesmo conteúdo que os demais alunos, mas, que além de tudo possam ter uma vida comum, sem que a deficiência a impeça de realizar alguma atividade, vivendo assim com a liberdade de poder fazer o que desejar.